Viver o Medo ou o Amor?

A escolha de criares céu ou inferno aqui na terra, é apenas tua e de mais ninguém. Sim, tua. E este é um desafio diário para qualquer um de nós; a escolha consciente entre o medo e o amor.

Quando escolhemos o medo, conspiramos contra o que a vida tem para nós. Quando nos posicionamos no amor, a vida conspira sempre a nosso favor.

Esta é uma realidade incontestável, quer queiramos, quer não. Quando alicerçados nesta energia maior, mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras, sempre encontramos forma de nos inspirarmos com leveza. É quando o fazemos que começamos a perceber o que a vida quer de nós. É como descobrir e manter a ordem no meio de um caos completo.

Nem tudo serão rosas, não ficaremos imunes ao sofrimento e à dor. Isso seria apenas utopia, sendo que vivemos uma jornada onde precisamos aprender o perdão, a cura, a limpeza do tanto que carregamos desta e de outras vidas. Mas isso não precisa ser um fardo, muito pelo contrário. Assim é quando nos tornamos disponíveis para o amor. Ficaremos menos tempo na dor.

Este é o verdadeiro magnetismo da energia do amor. O reconhecimento de que, por enquanto, todos enfrentamos dualidades, mas que é sempre escolha nossa o que fazer com elas. Se existem, de alguma forma, será para nos mostrar algo que, de outra forma, não conseguimos perceber. Existem para aprendermos a sentir a diferença entre o conforto e o desconforto, entre o que nos preenche e nos apoquenta, inquieta e limita.

Por vezes, demoramos demasiado tempo a perceber quem somos e o que viemos fazer, e por isso nos perdemos, vagueando por entre nossos medos. O que vivemos dentro, propaga-se para fora de nós. Entre medos a vida torna-se sombria, pequena. Resume-se a existência a um limitante quadrado.

É a grandeza de alma que resgatará esse imenso amor. Começa por ti e expande-o. Só assim é possível. Só assim testemunharemos a criação de um mundo melhor!

Filomena de Paula

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